Dezenove

Tá, se você decidiu ler esse post, atenção ao seguinte trecho da música abaixo, e já pode dar play antes de ler:

You can be anything you want to be
Just turn yourself into anything you think that you could ever be
Be free with your tempo, be free, be free
Surrender your ego – be free, be free to yourself

Aos dezenove anos de idade decidi que ia viver e aproveitar cada minuto. Não queria mais “e se”, só buscava mais “lembra quando”. Talvez deixar de pensar e problematizar tudo, só deixar acontecer. E se arrepender por um ou dois dias, se fosse o caso – mas sabendo que não perdi uma oportunidade.

Me arriscar mais, deixar o medo de lado e ir em frente. Falar e fazer besteiras (afinal, estou na idade certa para fazer isso), ter surtos esperando as consequências, respirar fundo três vezes antes de algo acontecer. Quando fosse ruim, falar pra esquecer. E se fosse bom, compartilhar e lembrar.

E rir mais. Guardar cada risada e sorriso. Cada momento, cada história. Cada arrependimento como uma lição, cada conquista como a melhor coisa do mundo. Adicionando cada dia uma coisa nova a minha bagagem.

E repeti a promessa aos vinte anos.

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